quarta-feira, 6 de abril de 2011

Perda de um Parceiro/ Petrobras


Uma perda importante para o handebol, já não bastasse a falta de investimento para que o esporte cresça no país. Perdemos um importante parceiro nesta caminhada, um patrocinador de grande influência - a Petrobras. Então, cabe nos perguntarmos: o que fazer para este esporte sendo o mais praticado entre as escolas não caia em esquecimento? O que fazer para que uma criança praticante se torne também um adulto praticante? O que está faltando?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Liga Nacional 2010 tera uma equipe de Colatina ES


A Confederação Brasileira de Handebol (CBHB) definiu as 10 equipes que disputarão a Liga Nacional 2010. A novidade este ano é a inclusão de mais dois times, já que na edição anterior a Liga Nacional foi disputada por 8 equipes.
A Liga terá inicio em maio e prossegue até novembro. A Unopar/Londrina/Sercomtel entra na disputa apenas em junho devido à sua participação no Campeonato Mundial de Clubes - Super Globe 2010, que será realizado no Qatar, de 17 a 21 de maio.
As equipes que disputam a Liga Nacional de Handebol Masculino 2010 são:
Unopar/Londrina (PR)
Esporte Clube Pinheiros (SP)
Metodista/São Bernardo (SP)
Imes/São Caetano (SP)
Interativo/São Carlos (SP)
Chapecoense (SC)
Unitau/Taubaté (SP)
Força Jovem/Colatina (ES)
Univali (SC)
Campos (RJ)
Forma de disputa
Segundo o técnico da Unopar, Giancarlos Ramirez, a disputa da Liga 2010 terá dois turnos, sendo que no primeiro turno jogam todos contra todos. No segundo turno as disputas se repetem, mas com inversão de mando.
Para a fase seguinte classificam-se os quatro primeiros colocados. Na fase final, play-off em dois jogos. A final também terá o play-off em dois jogos.
A tabela provisória sairá no próximo dia 16, e a definitiva no dia 30 de abril.
A CBHD negocia a transmissão dos jogos com a ESPN Brasil. As finais podem ser transmitidas em canal aberto. As partidas realizadas nos dias de semana vão começar às 20 horas; nos finais de semana e feriados, às 18 horas.

Copa Petrobras


ITAJAÍ / SC (LCS) – A Copa Petrobras de Handebol entra na reta final a partir desta sexta-feira (16), quando serão conhecidos os finalistas do campeonato. As equipes masculinas e femininas classificadas em primeiro lugar de cada chave disputam a fase semifinal, no Ginásio da Univali, em Itajaí (SC), que valem lugar para a briga pelo título. Além disso, o local abriga o confronto entre os classificados em segundo lugar, que lutam pelo direito de disputar do quinto ao oitavo lugar. No ginásio do colégio Fayal, os confrontos valem vaga para a disputa do 9º ao 16º lugar.

No feminino estão classificados os times dos colégios Dourados (MS), Teorema (PA), Anísio Teixeira (CE) e Castro Alves (ES). No masculino, são as escolas São José (SC), Vinícius de Moraes (MT), José Paranaíba (MG) e CAIC (PI).


A treinadora da equipe do Colégio São José, de Itajaí, disse que esta experiência está sendo maravilhosa. “A Copa Petrobras está sendo uma experiência fantástica. Os meninos estão trocando muita experiência. Essa classificação foi muito importante. Aqui temos equipes muito boas.”

À tarde, no Ginásio do Colégio Fayal, a última rodada da fase classificatória começou com um jogo muito equilibrado entre Notre Dame, do Mato Grosso e Instituto Teorema, de Rondon do Pará. Nos últimos minutos as paraenses venceram o duelo por 17 a 16 e amanhã (15), às 14h, irão lutar por uma vaga na decisão contra o Anísio Teixeira, do Ceará.

Na competição masculina, o time da escola José Paranaíba, de Santa Vitória (MG) derrotou o Castro Alves, da Paraíba por 32 a 28, ficou em primeiro lugar do grupo C e, assim, segue na disputa do título. Na semifinal, o time mineiro irá enfrentar o Vinícius de Moraes, do Mato Grosso, às 15h.

“Não fizemos um bom jogo hoje e temos que corrigir os erros para a semifinal, que será ainda mais difícil. Estamos felizes por estar entre as quatro melhores escolas do país, mas queremos ir além e vamos buscar essa tão sonhada vaga na decisão da Copa Petrobras”, comentou o técnico Teles Silva, do José Paranaíba.

Nos outros jogos da rodada o Colégio CAD (MT) superou a Marcelo Cândia (RO) por 27 a 16, no torneio feminino. E, a Escola Passionista, de São Paulo, derrotou a Vinícius de Moraes, do Tocantins por 25 a 9.

No Ginásio da Univali, pelo feminino, a Castro Alves, do Espírito Santo, venceu a Santa Emília, de Pernambuco, por 12 a 9, e o Colégio Santa Catarina (RS) derrotou o Colégio La Salle (PR), por 18 a 15.

No masculino, o Castro Alves (ES) fechou em 20 a 12 o placar contra a Upaon Açu (AM), e o Colégio São José, de Itajaí, triunfou sobre O Mestre (RN) por 310 a 21.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Projeto Petrobras - Mini Hand

A Confederação Brasileira de Handebol tem como objetivo primordial, com a execução do PROJETO PETROBRAS MINI-HAND/INICIAÇÃO ESPORTIVA, oferecer uma oportunidade de prática esportiva formativa a crianças de comunidades de risco social, tendo como referência um esporte vencedor, que possibilita o desenvolvimento das capacidades e habilidades motoras das crianças na faixa etária de 08 a 12 anos, através de atividades lúdicas que auxiliam na formação integral do ser humano em suas relações consigo mesmo e com o mundo.

O PROJETO PETROBRAS MINI-HAND/INICIAÇÃO ESPORTIVA, já em desenvolvimento em diversas regiões do país, se encontra em fase de reestruturação.

Objetivos Gerais:

Iniciar e democratizar a prática do MINI-HAND/INICIAÇÃO ESPORTIVA entre as crianças das Unidades Escolares Públicas Municipais e Estaduais, buscando a ocupação do tempo livre, evitando-se o agravamento de distorções sociais e, desta forma, os perigos da ociosidade.

Introduzir o Mini-Handebol no conteúdo da Disciplina Educação Física, como fator de desenvolvimento educacional e como veículo de formação física, intelectual e social das crianças.

Objetivos Específicos:

Atender as necessidades esportivas das crianças, ampliando o número de NÚCLEOS DE MINI-HAND/INICIAÇÃO ESPORTIVA em todo o território nacional;

Ocupar o tempo livre das crianças com atividades sadias, evitando os perigos da ociosidade;

Oferecer às crianças a possibilidade de, ao praticar o MINIHAND/INICIAÇÃO ESPORTIVA, conhecer um desporto agradável de jogar, de hábitos saudáveis, disciplina e respeito que contribuem para formação de cidadãos conscientes;

Manter o Handebol no status de Esporte Olímpico mais praticado nas escolas;

Possibilitar o surgimento de novos atletas e equipes que no futuro possam participar de eventos esportivos da modalidade Handebol, em nível estadual e nacional;

Possibilitar o surgimento de novos talentos que possam integrar as equipes brasileiras em futuras competições internacionais.

INTRODUÇÃO
Iniciar e integrar as crianças e jovens das unidades escolares brasileiras à prática do Handebol, difundir o esporte através da rede escolar de ensino estadual, municipal e particular e transformar seus praticantes com grande potencial em atletas de ponta, são os objetivos deste projeto da Confederação Brasileira de Handebol-CBHb.

Sabemos que não existem muitas possibilidades de progresso no esporte se esquecemos o trabalho de base que gera esperança para o futuro. Por esse motivo, a CBHb possui alguns programas para incentivar e difundir a prática do esporte e o Mini-Handebol é, dentre eles, um programa vitorioso. É uma atividade esportiva iniciadora da modalidade, que possui um perfil mais recreativo do que competitivo. Assim, realiza também um trabalho social, ocupando o tempo das crianças, tirando-as da ociosidade e melhorando sua qualidade de vida. Isso faz também com que elas diminuam o contato com a marginalidade e o uso de drogas.

O Projeto Mini-Handebol foi criado em 2000 e ganhou força em 2004, passando a ser conhecido como “Projeto Petrobras Mini-Hand de Iniciação Esportiva”. Com apoio total da empresa patrocinadora do Handebol brasileiro, o Projeto Petrobras Mini-Hand tem sido um dos fatores que contribuem de forma decisiva para que a Petrobras renove contrato de patrocínio com a CBHb, pois o programa integra o elenco de projetos sociais da maior empresa brasileira.

Os fundamentos e elementos são os mesmos do Handebol, mas o número de jogadores, o tamanho da quadra e outros detalhes são diferenciados. As atividades são mistas: meninos e meninas podem e devem jogar juntos, desenvolvendo com isso noções básicas de convivência social, disciplina e respeito. O Mini-Handebol constitui-se no primeiro contato com a modalidade e segue uma pedagogia desportiva moderna, que integra os elementos básicos do esporte com a criança através de uma atividade lúdica e divertida.

Após o pontapé inicial em Sergipe, hoje várias cidades, estados e núcleos individuais fazem parte do projeto. Até 2004, o programa era desenvolvido em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Sergipe. Em 2005, Amazonas e Rio Grande do Sul aderiram inteiramente ao projeto e a cidade de Aracaju também ampliou sua atuação.

Os resultados obtidos até agora vêm despertando o interesse em outras regiões do país e o Projeto Petrobras Mini-Hand Iniciação Esportiva, agora com um total de 45 (quarenta e cinco) núcleos, vem crescendo muito ultimamente. Alguns Estados, como é o caso de Minas Gerais, ampliaram sua participação e novos núcleos já foram solicitados para os Estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Todos devem ser implantados já no ano de 2006.

SEJA PARCEIRO
O interessado deverá enviar à Confederação Brasileira de Handebol ofício ou e-mail (minihand@brasilhandebol.com.br) demonstrando sua intenção em participar do projeto, onde deverá comprovar ser:

•entidade voltada para o atendimento comunitário, devidamente constituída;
•possuir espaço físico para o desenvolvimento das atividades;
•possuir docente capacitado ou a ser capacitado pela CBHb, para ministrar as atividades;
•previsão de alunos a ser atendido;
•previsão de horários das atividades.
•as despesas do instrutor para capacitação docente e do supervisor (ao menos uma vez durante a vigência do convênio), deverão ser de responsabilidade do conveniado.

História da Confederação Brasileira de Handebol


A Confederação Brasileira de Handebol - CBHb foi fundada em 1º de junho de 1979. Até aquela data o Handebol Brasileiro fazia parte da Confederação Brasileira de Desportos - CBD. A desvinculação da CBD foi feita para atender uma determinação do MEC.oioioioi

Fundadores

Naquela época já existiam algumas Federações Estaduais que faziam parte da transição e portanto são consideradas fundadoras da CBHb e são as seguintes: Federação Paulista de Handebol; Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro; Federação Maranhense de Handebol; Federação Pernambucana de Handebol; Federação Cearense de Handebol; Federação Gaúcha de Handebol e Federação Paraense de Desportos. São também fundadoras as federações que compareceram na Assembléia de Eleição no dia 22 de agosto de 1979 no Rio de Janeiro: Federação Paranaense de Handebol; Federação Mineira de Handebol; Federação Amazonense de Handebol, Federação Sergipana de Handebol e Federação Paraibana de Handebol.

A Sigla

Como curiosidade explicamos o porque da nossa sigla ter o bê minúsculo após o agá - CBHb. Isto ocorreu em função da Confederação Brasileira de Hipismo ser mais antiga e, portanto, a sigla CBH já era registrada no MEC.

Os presidentes

O primeiro Presidente da CBHb foi o Prof. Jamil André de São Paulo, o mesmo era Professor de Handebol da USP, técnico de clubes e inclusive da Seleção Brasileira. Após a eleição a CBHb teve como primeira sede a cidade de São Paulo na Rua Alameda dos Arapanes n.º 105. O segundo Presidente foi o Prof. José Maria Teixeira, alagoano que residia no Rio de Janeiro e que além de Professor da modalidade era o Coordenador de Handebol nos Jogos Escolares Brasileiros. Ao se transferir para trabalhar na Universidade Federal de Alagoas, Professor Teixeira trouxe com ele a sede da CBHb para Maceió/AL. O terceiro e atual Presidente da Confederação é o Prof. Manoel Luiz Oliveira que também era técnico de escolas e clubes, com participação em seleções Brasileiras como Assistente Técnico no I Campeonato Pan-americano Adulto Masculino realizado na cidade do México e, como Supervisor no campeonato Pan-americano realizado em Manaus/AM. Pelo fato da CBHb não possuir recursos financeiros, a pedido do Prof. Manoel Luiz a Assembléia Geral transferiu para Aracaju, sua sede onde permanece até hoje.